Neste video, você verá trechos de um dos mais marcantes programas
jornalísticos da TV brasileira: Abertura. Exibido pela já combalida TV
Tupi entre 1979 e 1980 nas noites de domingo, o nome do programa já
dizia tudo, era a porta de entrada à liberdade de expressão e opinião
dos brasileiros que tinham à disposição a oportunidade única de
aproveitarem ao máximo o fim do AI-5 no Brasil, mesmo estando sob o
governo militar que já estava há 15 anos no poder. Abertura estreou em 4
de fevereiro de 1979 pela Rede Tupi de Televisão e chegou a marcar 15
pontos de audiência. Dividido em vários quadros com entrevistas,
reportagens, comentários, musicais e pequenos documentários, o programa
tinha a apresentação de Luís Jatobá e participações de Célia Portella,
Villas-Bôas Correia, João Saldanha, Ziraldo, Newton Carlos, Sérgio
Cabral, Eduardo Mascarenhas, Marisa Raja Gabaglia, Fausto Wolff, Vivi
Nabuco e Roberto D'Avila, sem contar o cineasta Glauber Rocha, que pode
ser considerado "a grande estrela do Abertura". Confiram.
segunda-feira, 30 de março de 2015
Clube do Capitão Aza - TV Tupi
Trecho final do programa "Capitão Aza", exibido pela TV Tupi.
Este programa da Tupi do rio ficou no ar por mais de 10 anos,sucesso absoluto da emissora!
Este programa da Tupi do rio ficou no ar por mais de 10 anos,sucesso absoluto da emissora!
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Início da Programação TV Tupi - Outubro-1977
Apresentação
da programação da Rede Tupi de Televisão em Outubro de 1977. Existe
apenas o áudio de original, não as imagens. O slide de fundo foi
retirado de uma vinheta original capturada em 1975.
da programação da Rede Tupi de Televisão em Outubro de 1977. Existe
apenas o áudio de original, não as imagens. O slide de fundo foi
retirado de uma vinheta original capturada em 1975.
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domingo, 29 de março de 2015
O Espantalho - cap.01


produzida em 1977 pelos Estúdios Silvio Santos para inaugurar o núcleo
de teledramaturgia da TVS - canal 11 do Rio de Janeiro, também exibida
pela REI (Rede de Emissoras Independentes) cuja cabeça de rede era a TV
Record de São Paulo.
Primeiro capítulo da versão compacta exibida em 1979 na TV Tupi.
No elenco destacavam-se Jardel Filho, Natalia Thimberg, Rolando Boldrin, Theresa Amayo e Carlos Alberto Riccelli.
DIREITOS RESERVADOS À CINEMATECA BRASILEIRA.
O Espantalho é uma telenovela brasileira produzida pelos Estúdios Sílvio Santos e exibida para São Paulo e demais Estados brasileiros, com exceção do Rio de Janeiro, pela Rede Record, entre 25 de janeiro de 1977 e 13 de junho de 1977,
primeiramente às 21h15min e, mais tarde, às 23h. A partir de 1º de
junho e até novembro do mesmo ano, a telenovela foi exibida para o Rio de Janeiro, inicialmente às 21:15h e a partir do seu terço final às 19h, pela TVS.
Em 1979 a novela foi reexibida pela Rede Tupi.
Em 1983 a novela foi exibida pelo SBT.
A telenovela tem autoria de Ivani Ribeiro, direção de David Grimberg e José Miziara e direção-geral de Luciano Callegari, apresentando Fábio Cardoso e Theresa Amayo como protagonistas e Jardel Filho como antagonista principal.
Em Guaianá, uma pequena cidade litorânea, a interdição das praias,
devido ao alto índice de poluição das águas, causa conflito com o
responsável pelo turismo local. É a luta da integridade do prefeito
Breno com Rafael, o vice-prefeito, dono do maior hotel da cidade e o
principal interessado na liberação dos banhos de mar, pois só assim se
garante o turismo na região.
Ao lado do prefeito, e contra a poluição e o deszelo com a saúde
pública, está a esfuziante Tônia, comerciante local preocupada com seu
povo; e o Dr. Munhoz, um médico humanista que nutre um amor platônico
por Tônia, apesar dela namorar Juca e os dois viverem uma relação
tempestuosa por causa do ciúme.
Mas Breno, Tônia e o Dr. Munhoz têm que enfrentar as artimanhas do
autoritário Rafael, que faz de tudo para impedir a interdição das
praias. A princípio, Rafael finge ser solidário com a causa do prefeito,
mas está por trás de uma verdadeira campanha contra Breno, acusando-o
de impedir o progresso da cidade. Coloca espantalhos pelas praias
interditadas, os quais representam o prefeito que afugenta os turistas.
Além dos espantalhos, Rafael usa como arma um segredo que revela o
passado misterioso de Jeny, a bela mulher do prefeito. Rafael promete
desmascará-la perante o marido caso ela não o influencie a favor da
liberação das praias. Jeny passa então a demonstrar-se contra as
decisões de Breno, o que acaba por comprometer o seu casamento.
Rafael consegue finalmente a renúncia de Breno e assume a prefeitura.
No entanto, à essa altura, ele descobre ter um aneurisma cerebral, o
que o aproximava da morte. Dando mostras de desequilíbrio mental, Rafael
começa a ter alucinações e vê espantalhos em seus pesadelos. Sabendo
disso, Vasco, empregado do hotel, veste-se de espantalho e começa a
assombrá-lo.
Numa noite, Rafael resolve dormir na praia para matar a
"assombração". Mas acaba assassinado. Quem cometeu o homicídio foi Zé
Pedro, o pai de Tônia. No início, Zé Pedro apoiava as atitudes de
Rafael, mas arrependeu-se quando perdeu seu caçula, Reginho, morto por
contrair hepatite. Para vingar-se, Zé Pedro mata Rafael.
Ator | Personagem |
---|---|
Jardel Filho | Rafael Nascimento |
Theresa Amayo | Tônia |
Fábio Cardoso | Breno |
- em ordem alfabética
Ator | Personagem |
---|---|
Alexandre Sandrini | Quico |
Arnaldo Weiss | Ataliba |
Augusto Pompeo | Moacir |
Carlos Alberto Riccelli | Ney |
Carmen Monegal | Zilá |
Eduardo Tornaghi | Dirceu |
Esther Góes | Jeny |
Geraldo Louzano | Jairo |
Guilherme Corrêa | Afrânio |
Hélio Souto | Dr. Munhoz |
Ivanise Senna | Elza |
Jeremias Santos | Sabiá |
João Signorelli | Odilon |
Léa Camargo | Santusa |
Leonor Lambertini | dona Madrinha |
Lídia Costa | dona Celeste |
Maria Helena Pinto | Rosa |
Marilene de Carvalho | Leonor |
Marthus Matias | Tobias |
Martha Volpiani | Verinha |
Midori Tange | Shizue |
Nathália Timberg | Corina |
Newton Prado | Dr. Mathias |
Percy Aires | Delegado Sampaio |
Régis Monteiro | Vasco |
Reny de Oliveira | Andréia |
Riva Nimitz | Zezé |
Roberto Maya | Padre Vicente |
Roberto Murtinho | Chicão |
Rolando Boldrin | Juca |
Suzy Camacho | Laurita |
Walter Magalhães | Reginho |
Walter Stuart | Zé Pedro |
Wanda Kosmo | Manuela |
TRILHA Nacional
- "Festa no Mar" - Rolando Boldrin
- "Gingado Dobrado" - Edu Lobo
- "Contigo" - Adriana
- "Receita" - Paulo Chaves
- "Só (Solidão)" - Tom Zé
- "Cahina-Tiben" - Agepê
- "A Gaivota" - Ney Matogrosso
- "Canção Morrendo de Saudade" - Célia
- "Flor Poluída" - Silvio Brito
- "Espantalho" - Rolando Boldrin e Os Espantalhos
- "Toada" - Edu Lobo
- "Limite das Águas" - Edu Lobo
Um Sol Maior-novela
Sinopse
Interior do estado do Paraná, anos 30. Para lá se dirigiu um rico imigrante italiano, Giácomo Nerone, para criar aquela que seria uma das maiores fazendas da região. Giácomo manda vir da Itália um engenheiro agrícola conhecido seu, Mário D'Angelo, pobre mas ambicioso e sem escrúpulos. Após ter sido mordido por uma cobra, Giácomo morre sem ter sido socorrido por Mário. Morto o fazendeiro, ele o enterra e assume sua identidade. Feito isso, avisa sua própria família na Itália que Mário D'Angelo é que havia morrido.Depois de assumir falsa identidade, Mário - ou melhor, Giácomo - progride, casa, fica milionário e tem um filho: Mário, músico idealista sem sucesso na carreira e pobre. A vocação artística de Mário não tem a aprovação do pai. Por isso ele é repudiado abandonando o conforto do lar paterno e mudando-se para São Paulo, onde, durante anos seguidos, sobrevive como violinista.
Os anos passam, Mário se casa e precariamente sustenta uma família que herdou a ambição desmedida de seu pai. Diante das pressões que sofre, ele abandona o sonho de reger uma grande orquestra e vai dirigir uma das firmas de sua família.
A essa altura dos acontecimentos surgem duas pessoas que vão remexer o passado e descobrir a verdadeira identidade de Giácomo Nerone: o delegado Rangel, e Luigi, parente do "falecido" Mário D'Angelo, que acaba de chegar da Itália.
Elenco Principal:
- Rodolfo Mayer .... Giacomo Nerone / Mario D'Angelo
- Marco Nanini .... Lauro
- Zanoni Ferrite .... Mario Nerone
- Sandra Barsotti .... Márcia
- Lisa Vieira .... Eliane
- Jonas Mello .... Luigi D'Angelo
- Laura Cardoso .... Mariana
- Paulo Goulart .... Rangel
- Denise Del Vecchio .... Betty
- Kadu Moliterno (como Carlos Eduardo) .... Alberto



Trilha sonora
Nacional
- "Reencontro" - Luiz Ayrão
- "The First Time" - Orquestrado
- "Você" - Claudete Soares
- "Meiga Presença" - José Milton
- "Descanso" - César Costa Filho
- "Flutuando no Seu Amor" - Maria Tereza
- "Ai Quem Me Dera" - Clara Nunes
- "Foi Um Sonho Só" - Gérson Combo
- "Tudo Está Mudado" - Benito Di Paula
- "Rugas" - Luiz Carlos Clay
- "Pare e Pense" - Sidney Quintela
- "Uma Chance" - Gérson Combo
- "You Are My Love" – Liverpool Express
- "Feel Like Makin' Love" – Kaliba
- "Miracles" – Lena Martell
- "Caring" – Donny Willer
- "Making Love To a Memory" – Blue Magic
- "The First Time" – Peter Ohio
- "Questo Amore, Amore, Amore" – C+C
- "Amore Nei Ricordi" – Complesso Anteprima
- "Il Vero Amore" – Andrea Zarrillo
- "Anima Persa" – Francis Lai
- "O Tu, O Nada" – Pablo Abraira
- "Don't Cry For Me Argentina" - Barbra Jo Anne

sexta-feira, 27 de março de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
Eva Wilma na Tupi
Eva Wilma com Irene Ravache e autora de novelas Yvani Ribeiro(anos 70)
Cenas de Vivinha na novela A Barba Azul-1974
(abaixo)Nos bastidores da Tupi ao lado de vários talentos da casa (Beth Mendes,Cleyde Yaconis,Maria Estela,Nathalia Timberg entre outros
gravações da novela"O Julgamento"1976/1977-trama das 8 da Tupi
Capa do tempo do "Alô Dôçura" anos 50 e 60(o programa ficou 10 anos no ar)
































(Eva Wilma e Cleyde Yaconis em O Julgamento-tv Tupi 1976)











Ela
sempre foi a atriz mais querida da Tv Tupi,tudo começou com o seriado
"Alô Doçura"ainda nos anos 50,depois foram as novelas anos 60 e 70 ,ela
acabou virando a Rainha Absoluta das Novelas da Tupi,novelas como:Meu Pé
de Laranja Lima,Nossa filha Gabriela,Camomila Bem me Quer,A Revolta dos
anjos,Mulheres de Areia,A Barba Azul,A Viagem,O Julgamento,O Direito de
Nascer,Roda de Fogo,etc..
Eva Wilma Riefle (São Paulo, 14 de dezembro de 1933) é uma consagrada
atriz brasileira.Iniciou sua carreia como bailarina clássica aos 14
anos. Passou a dar aulas de balé com uma amiga nessa idade e ganhou
aulas de patinação no gelo e foi contratada pela empresa para participar
do Holliday On Ice, um dos maiores festivais de patinação no gelo do
mundo, mas foi proibida por seus pais e entrou em uma forte depressão
por meses, já que um dos seus sonhos era seguir carreira artística além
do balé.
Sendo bailarina, logo passou a fazer parte do São Paulo Ballet, de Maria
Oleneva. Em 1953 apresentou-se no Teatro Municipal de São Paulo, apesar
de a primeira vez que se apresentou nesse teatro tinha 9 anos. Em 1953
sua apresentação foi juntamente com o corpo de balé do IV Centenário de
São Paulo. No 3º mês de apresentação com o corpo de balé começou a
aparecer chances para atuar como atriz. O produtor e diretor do TBC
(Teatro Brasileiro de Comédia), José Renato, chamou-a para formar a
primeira turma de teatro de arena, onde atuou com grandes astros e
estrelas na época nos espetáculos, Judas em Sábado de Aleluia, Uma
Mulher e Três Palhaços, depois, teve grande repercussão ao fazer
trabalhos como Boeing-Boeing, O Santo Inquérito, A Megera Domada e
Black-Out, peça produzida e dirigida por John Herbert. Fez Um Bonde
Chamado Desejo, Pulzt, Esperando Godot, dirigiu Os Rapazes da Banda,
depois participou de Quando o Coração Floresce, Queridinha Mamãe, pela
qual recebeu o Molière de Melhor Atriz e O Manifesto.
Em 1952, o diretor italiano Luciano Salce convidou-a para fazer um
participação como figurante no filme Uma Pulga na Balança na Companhia
Cinematográfica Vera Cruz, simultaneamente, participou do documentário
do IV Centenário de São Paulo Se a Cidade Cantasse do diretor Tito
Banini. Protagonizou dois filmes ao lado de Procópio Ferreira: O Homem
dos Papagaios e A Sogra, ambos do diretor Armando Couto, e o drama de
José Carlos Burle, O Craque. Foi a estrela da cinebiografia do cantor
Francisco Alves:Chico Viola Não Morreu, de Roman Vanoly Barreto, em
co-produção com a Atlântida e Sonefilme da Argentina. Volta a trabalhar
com José Carlos Burle em uma comédia, O Cantor e o Milionário. Atuou no
policial Cidade Ameaçada de Roberto Faria, na aventura A Ilha de Walter
Hugo Khouri e no suspense O Quinto Poder de Alberto Pieralisi. Começa a
trabalhar em coproduções estrangeiras,A Moça do Quarto 13 do americano
Richard Cunha, simultaneamente, trabalha em filmes sob os olhos do
alemão Horst Hachler como Noites Quentes em Copacabana e Convite ao
Pecado. Premiada no Brasil e exterior, Eva Wilma, participa do filme São
Paulo S/A do diretor Luiz Sérgio Person, onde interpreta Luciana, a
jovem esposa ambiciosa de um alto funcionário da indústria paulista em
busca de ascensão social. Depois, ela participa de comédias como A Arte
de Viver Bem, episódio 1: A Inconveniência de Ser esposa, baseada na
peça homônima de Silveira Sampaio, sob direção de Fernando de Barros, da
co-produção Brasil-México,Juegos Peligrosos, episódio 2: Divertimento
do diretor mexicano Luiz Algoriza e Cada Um Dá O Que Tem, episódio 2:
Cartão de Crédito, sob direção de John Herbert. De Ricardo Bandeira faz
uma pequena participação no filme religioso O Menino Arco-Íris (A Vida
de Jesus Cristo). Representa a abnegada mãe de um jogador de futebol em
Asa Branca, um sonho brasileiro do diretor Djalma Limongi Batista, e o
Feliz Ano Velho de Roberto Gervitz.
Na televisão Eva Wilma estreou em 1953, quando Cassiano Gabus Mendes
convidou-a para atuar no seriado Namorados de São Paulo, ao lado de
Mário Sérgio. Posteriormente, Gabus Mendes mudou o título da série para
Alô, Doçura, e esta foi protagonizada por Eva Wilma e John Herbert
durante dez anos. O seriado entrou para o Guiness Book como o mais longo
do país e, Eva Wilma, recebeu o Troféu Imprensa 1964 como Destaque do
ano.
John Herbert e Eva Wilma formaram o principal casal da televisão
brasileira dos anos 50 e 60; depois do sucesso em Alô Doçura eles
trabalharam na Record, protagonizando duas novelas: Comédia Carioca e
Prisioneiro de um Sonho, de Roberto Faria. O casal retornou à TV Tupi e
fez trabalhos importantes como A de Amor e Confissões de Penélope; Eva
Wilma comoveu os telespectadores como a meiga Ana Maria de Ana Maria Meu
Amor, fez Fatalidade e a vilã Jane de Angústia de Amar, novela baseada
no filme O Que Aconteceu a Baby Jane?. Recebeu reconhecimento
internacional ao trabalhar em O Amor Tem Cara de Mulher, de Cassiano
Gabus Mentes, e recebeu o Troféu Imprensa de atriz revelação em 1966.
Também atuou em Nenhum Homem é Deus, de Lauro César Muniz.
Nos década de 1970 tornou-sem ao lado de Carlos Zara um dois principais
pares românticos da televisão brasileira; juntos trabalharam em novelas
de grande sucesso, teleteatros e especiais. Zara foi o diretor de
teledramaturgia da TV Tupi até 1977. Atuou em novelas importantes como
Meu Pé de Laranja Lima, na qual interpretou uma mulher amarga, Jandira, e
a sonhadora Gabriela em Nossa Filha Gabriela, ambas de Ivani Ribeiro.
Em A Revolta dos Anjos, da psicóloga Carmem Silva, interpretou a
prudente Silvia.
Em 1973, Eva Wilma interpretou as gêmeas Ruth e Raquel, de Mulhres de
Areia, novela de Ivani Ribeiro e sucesso nacional e internacional.
Trabalhou em duas novelas de sucesso da Ivani Ribeiro, A Barba Azul e A
Viagem e, depois, participou de duas novelas de Sérgio Jockymann, O
Julgamento e Roda de Fogo. Fez o remake de O Direito de Nascer e chegou a
participar das gravações da novela Maria de Nazaré, que por problemas
internos da emissora paulista nunca chegou a ser levada ao ar.
Com o fim da TV Tupi em 1980, Eva Wilma foi contratada definitivamente
pela Rede Globo, onde exerceu seu lado humorístico nas novelas Plumas e
Paetês e Elas por Elas, fez a esquizofrênica Laura de Ciranda de Pedra, a
autoritária Francisca Moura Imperial de Transas e Caretas; depois
vieram a engraçada Angelina de De Quina pra Lua, a ex-militante política
Maura, que sofreu os horrores da ditadura militar, em Roda de Fogo, o
sucesso Sassaricando e muitas outras novelas marcantes, como Pedra sobre
Pedra, Pátria Minha e A Indomada, na qual interpretou a cômica vilã
Maria Altiva Pedreira Mendonça de Albuquerque. Atuou em História de
Amor, em que o autor Manoel Carlos criou um personagem só para ela, e
fez também grandes produções como O Rei do Gado, Esperança, Começar de
Novo e Desejo Proibido. Também participou de séries de televisão, como
Mulher, O Quinto dos Infernos, Os Maias, Um Só Coração, JK, Norma e Na
Forma da Lei.
Seu último trabalho foi na novela Fina Estampa-Globo, como a
trambiqueira Tia Íris.










Cenas de Vivinha na novela A Barba Azul-1974
(abaixo)Nos bastidores da Tupi ao lado de vários talentos da casa (Beth Mendes,Cleyde Yaconis,Maria Estela,Nathalia Timberg entre outros
Capa do tempo do "Alô Dôçura" anos 50 e 60(o programa ficou 10 anos no ar)







































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